Publicado no dossiê Africanidades, organizado por Amaranta Cesar e Lúcia Ramos Monteiro, na Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, Rebeca 10, volume 5, número 2 (2016), este artigo (que desdobra e aprofunda um texto anterior) busca estabelecer um quadro conceitual para uma história das formas de imaginação do comum nos cinemas africanos, diferenciando dois momentos e movimentos: o primeiro associado à reivindicação da descolonização como tarefa política; o segundo, ao que descrevo como um deslocamento das cosmopoéticas da descolonização pelas cosmopoéticas do comum.

Referência para citação:

RIBEIRO, Marcelo Rodrigues Souza. Cosmopoéticas da descolonização e do comum: inversão do olhar, retorno às origens e formas de relação com a terra nos cinemas africanos. Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, Rebeca 10, v. 5, n. 2, jul-dez. 2016, p. 1-26.

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Sou professor de história e teoria do cinema da Faculdade de Comunicação da UFBA, em Salvador, desde maio de 2017. Criei o incinerrante em setembro de 2009, e desde então o site abriga alguns traços das minhas atividades como professor, pesquisador, crítico, curador e programador. Também criei, junto com a minha companheira, a Juliana (<3), um projeto chamado a quem interessar possa, que a gente começou em abril de 2016. Se quiser saber mais sobre mim, pode começar com a breve apresentação e os links que coloquei aqui.