Publicado no dossiê Africanidades, organizado por Amaranta Cesar e Lúcia Ramos Monteiro, na Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, Rebeca 10, volume 5, número 2 (2016), este artigo (que desdobra e aprofunda um texto anterior) busca estabelecer um quadro conceitual para uma história das formas de imaginação do comum nos cinemas africanos, diferenciando dois momentos e movimentos: o primeiro associado à reivindicação da descolonização como tarefa política; o segundo, ao que descrevo como um deslocamento das cosmopoéticas da descolonização pelas cosmopoéticas do comum.

Referência para citação:

RIBEIRO, Marcelo Rodrigues Souza. Cosmopoéticas da descolonização e do comum: inversão do olhar, retorno às origens e formas de relação com a terra nos cinemas africanos. Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, Rebeca 10, v. 5, n. 2, jul-dez. 2016, p. 1-26.

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Professor de história e teoria do cinema da Faculdade de Comunicação da UFBA, em Salvador. Nascido em São Paulo, de onde saiu aos 9 anos de idade, já morou em Goiânia, Brasília, Florianópolis e Montréal. É pesquisador e crítico de cinema e cultura visual, programador e curador de mostras e festivais de cinema, doutor em Arte e Cultura Visual, com pesquisa sobre cinema e direitos humanos. É indeciso e nervoso, tenta ser leve e cuidadoso, consegue ser magro e comer muito.

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