espetáculo

Ilusionismo e excesso em O Hobbit

Em O Hobbit, o cinema reitera sua potência ilusionista, que se realiza sob o modo do excesso, na produção de uma geografia sintética e na prática da encenação cinematográfica como simulação.

Ilusionismo e excesso em O Hobbit

A potência de estranhamento de O Lobo de Wall Street

A potência crítica decorrente das figuras do excesso é o que confere a O Lobo de Wall Street (2013) sua contundência política.

A potência de estranhamento de O Lobo de Wall Street

O Lobo de Wall Street: as figuras do excesso e a tragédia sem fim

A prática do cinema do excesso, a que Martin Scorsese se dedica em O Lobo de Wall Street, confere ao filme riqueza estética e complexidade ética singulares, que comentam a tragédia sem fim em que nos encontramos.

O Lobo de Wall Street: as figuras do excesso e a tragédia sem fim

Da (in)visibilidade do nascer do sol na China

No espaço ficcional de algumas imagens da China contemporânea, nas quais o céu de Pequim está recoberto por poluição e uma tela dá a ver imagens do céu, entrevê-se o arpocalipse.

Da (in)visibilidade do nascer do sol na China

O jump cut segundo Comolli

O que está em jogo na prática generalizada do jump cut, segundo Jean-Louis Comolli? Uma discussão sobre montagem, realidade e política no cinema contemporâneo.

O jump cut segundo Comolli

Pacific: a memória do aparelho e as ruínas do espetáculo

Pacific exige que nos perguntemos sobre o que as câmeras capturaram e sobre aquilo que deixaram de fora - a questão da representação - assim como sobre quem as controla - a questão da mediação.

Pacific: a memória do aparelho e as ruínas do espetáculo

Logorama II: marcas

A produção francesa que ganhou o Oscar de 2010 na categoria de curta-metragem de animação lembra que as paisagens urbanas atuais estão cada vez mais tomadas por logomarcas.

Logorama II: marcas