Aparelho e fantasmagoria em Blow-up (1966)

Publicado nos Anais do VII Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual, realizado pela Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás, este artigo propõe uma interpretação analítica do filme Blow-up (1966), de Michelangelo Antonioni, considerando as relações entre olhante e olhado que se delimitam e que se deslocam no decorrer de sua narrativa, em torno da fotografia e do cinema.

Referência para citação:

RIBEIRO, Marcelo Rodrigues Souza. Aparelho e fantasmagoria em Blow-up (1966). In: CHAUD, E.; SANT'ANNA, T. F. (orgs.). Anais do VII Seminário Nacional de Pesquisa em Arte e Cultura Visual, Goiânia: UFG/FAV, 2014, p. 58-69.

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Sou professor de história e teoria do cinema da Faculdade de Comunicação da UFBA, em Salvador, desde maio de 2017. Criei o incinerrante em setembro de 2009, e desde então o site abriga alguns traços das minhas atividades como professor, pesquisador, crítico, curador e programador. Também criei, junto com a minha companheira, a Juliana (<3), um projeto chamado a quem interessar possa, que a gente começou em abril de 2016. Se quiser saber mais sobre mim, pode começar com a breve apresentação e os links que coloquei aqui.