Cinemas africanos: cosmopoéticas da descolonização e do comum

Ensaio em torno de uma hipótese - a emergência histórica dos cinemas africanos e sua contemporaneidade são indissociáveis de uma reivindicação do direito de olhar, de narrar e de imaginar o mundo - e de alguns filmes: Afrique sur SeineSoleil ÔTouki BoukiLa vie sur terreTerra sonâmbula e Pumzi.

Cinemas africanos: cosmopoéticas da descolonização e do comum

Comunicabilidade e conciliação: melodrama e denegação do dissenso

Por que Que horas ela volta? é mais um sintoma do que um diagnóstico? A resposta entrelaça alguns assuntos que talvez seja preciso conceituar: o imaginário conciliador, a linguagem cultural dos estereótipos, o estilo cinematográfico da obviedade.

Comunicabilidade e conciliação: melodrama e denegação do dissenso

Amor, encenação, montagem: Godard sobre Sigur Rós

Se, como escreve Godard, a encenação é um olhar e a montagem é uma batida de coração, o que é o cinema senão uma das línguas do amor?

Amor, encenação, montagem: Godard sobre Sigur Rós

O macaco com a câmera na mão

Assista aos imensos curtas de Leo Pyrata e leia o texto que escrevi sobre eles, publicado no catálogo da segunda edição do Fronteira e reproduzido aqui com a autorização do festival.

O macaco com a câmera na mão

II Fronteira, dia 7: de Toré a Videofilia

Algumas anotações provisórias sobre os filmes que mais me chamaram atenção no sétimo dia do II Fronteira, num itinerário em torno do problema da visibilidade: ToréDevil’s Rope e Videofilía.

II Fronteira, dia 7: de Toré a Videofilia

II Fronteira, dia 6: de The Old Jewish Cemetery a Machine Gun or Typewriter

Alguns comentários breves (ou nem tanto) sobre três filmes muito diversos do sexto dia do II Fronteira: The Old Jewish CemeteryA festa e os cães e Machine Gun or Typewriter.

II Fronteira, dia 6: de The Old Jewish Cemetery a Machine Gun or Typewriter

II Fronteira, dia 5: de Les éclats a I comme Iran

Do quinto dia do Fronteira, comento filmes tão diversos quanto bonitos, em torno dos quais não consigo dizer muito mais do que: "Obrigado".

II Fronteira, dia 5: de Les éclats a I comme Iran

II Fronteira, dia 3: de Prigionieri della guerra a Qu'ils reposent en révolte

Anotações sobre três filmes do terceiro dia do FronteiraPrigionieri della guerra (1995), Over Water (2014) e Qu'ils reposent en révolte (2010).

II Fronteira, dia 3: de Prigionieri della guerra a Qu'ils reposent en révolte

II Fronteira, dia 2: de Su tutte le vette è pace a Vers Madrid

Entre o filme de arquivo que iniciou o dia e o filme de urgência que o encerrou, o segundo dia do Fronteira se desenrolou com uma programação tão diversa quanto difícil de abordar. Aqui vai minha precária tentativa de dizer algo a respeito.

II Fronteira, dia 2: de Su tutte le vette è pace a Vers Madrid

E agora? Lembra-me (2013), de Joaquim Pinto

Fábio Monteiro analisa a forma de diário, os sentidos da montagem estilhaçada e as insinuações de uma comunidade afetiva que fazem do documentário de Joaquim Pinto uma intensa experiência cinematográfica.

E agora? Lembra-me (2013), de Joaquim Pinto