Soleil Ô, ou: viagem ao coração das trevas

Uma breve crítica de Soleil Ô (1967), de Med Hondo, com base no reconhecimento do motivo temático da violência e da relação com Heart of Darkness (1902), de Joseph Conrad.

Soleil Ô, ou: viagem ao coração das trevas

Taego Ãwa: política da nomeação

Talvez uma série de problemas que são abordados pelo filme Taego Ãwa, de Henrique e Marcela Borela - e também é preciso dizer: que o afetam - resida na questão do nome próprio. Crítica publicada originalmente na revista Janela.

Taego Ãwa: política da nomeação

A imagem dormente

Texto sobre o cinema de Joel Pizzini, escrito para o catálogo do II Pirenópolis Doc, que ocorreu entre 03 e 07 de agosto de 2016 e incluiu uma retrospectiva do diretor, com a exibição dos filmes Caramujo Flor (1988), Enigma de um Dia (1996), 500 Almas (2004), Dormente (2005), Helena Zero (2006), Mar de Fogo (2014), Último Trem (2014) e Olho Nu (2014).

A imagem dormente

Cinemas africanos: cosmopoéticas da descolonização e do comum

Ensaio em torno de uma hipótese - a emergência histórica dos cinemas africanos e sua contemporaneidade são indissociáveis de uma reivindicação do direito de olhar, de narrar e de imaginar o mundo - e de alguns filmes: Afrique sur SeineSoleil ÔTouki BoukiLa vie sur terreTerra sonâmbula e Pumzi.

Cinemas africanos: cosmopoéticas da descolonização e do comum

Comunicabilidade e conciliação: melodrama e denegação do dissenso

Por que Que horas ela volta? é mais um sintoma do que um diagnóstico? A resposta entrelaça alguns assuntos que talvez seja preciso conceituar: o imaginário conciliador, a linguagem cultural dos estereótipos, o estilo cinematográfico da obviedade.

Comunicabilidade e conciliação: melodrama e denegação do dissenso

Amor, encenação, montagem: Godard sobre Sigur Rós

Se, como escreve Godard, a encenação é um olhar e a montagem é uma batida de coração, o que é o cinema senão uma das línguas do amor?

Amor, encenação, montagem: Godard sobre Sigur Rós

O macaco com a câmera na mão

Assista aos imensos curtas de Leo Pyrata e leia o texto que escrevi sobre eles, publicado no catálogo da segunda edição do Fronteira e reproduzido aqui com a autorização do festival.

O macaco com a câmera na mão

II Fronteira, dia 7: de Toré a Videofilia

Algumas anotações provisórias sobre os filmes que mais me chamaram atenção no sétimo dia do II Fronteira, num itinerário em torno do problema da visibilidade: ToréDevil’s Rope e Videofilía.

II Fronteira, dia 7: de Toré a Videofilia

II Fronteira, dia 6: de The Old Jewish Cemetery a Machine Gun or Typewriter

Alguns comentários breves (ou nem tanto) sobre três filmes muito diversos do sexto dia do II Fronteira: The Old Jewish CemeteryA festa e os cães e Machine Gun or Typewriter.

II Fronteira, dia 6: de The Old Jewish Cemetery a Machine Gun or Typewriter

II Fronteira, dia 5: de Les éclats a I comme Iran

Do quinto dia do Fronteira, comento filmes tão diversos quanto bonitos, em torno dos quais não consigo dizer muito mais do que: "Obrigado".

II Fronteira, dia 5: de Les éclats a I comme Iran

II Fronteira, dia 3: de Prigionieri della guerra a Qu'ils reposent en révolte

Anotações sobre três filmes do terceiro dia do FronteiraPrigionieri della guerra (1995), Over Water (2014) e Qu'ils reposent en révolte (2010).

II Fronteira, dia 3: de Prigionieri della guerra a Qu'ils reposent en révolte

II Fronteira, dia 2: de Su tutte le vette è pace a Vers Madrid

Entre o filme de arquivo que iniciou o dia e o filme de urgência que o encerrou, o segundo dia do Fronteira se desenrolou com uma programação tão diversa quanto difícil de abordar. Aqui vai minha precária tentativa de dizer algo a respeito.

II Fronteira, dia 2: de Su tutte le vette è pace a Vers Madrid